Estrutura de campanha por área
Cada área de atuação recebe sua própria campanha, com verba e leitura de resultado separadas. Assim dá para saber qual causa vale a pena e qual está consumindo dinheiro à toa.
Anúncios no Google e no Meta desenhados para atrair quem já está procurando um advogado — não curioso.
É comum chegar advogado dizendo que "Google Ads não funciona para escritório". Quando a gente audita a conta, o cenário se repete: campanha sem separação por área, palavra-chave atraindo estudante e curioso, nenhuma negativa, conversão contando clique no WhatsApp em vez de contrato e verba dividida no achismo.
Some a isso a camada jurídica. Anúncio que promete resultado ou dá a entender captação de causa coloca o escritório em risco perante a OAB — e quem monta a campanha sem conhecer o Provimento 205/2021 nem percebe que passou da linha.
Anunciar é fácil. Difícil é saber qual causa compensa, quando cortar e onde dobrar o investimento.
Tráfego pago é comprar espaço no Google e nas redes da Meta para aparecer exatamente quando alguém procura o tipo de causa que o seu escritório atende. Diferente do boca a boca, ele é previsível: você controla quanto investe, para quem aparece e consegue medir quanto cada contrato custou.
No jurídico isso tem uma camada a mais. O Provimento 205/2021 permite publicidade da advocacia, mas veda mercantilização, captação de causa e promessa de resultado. Uma campanha montada por quem não conhece essas regras coloca o escritório em risco — e é por isso que trabalhamos só com advocacia.
Antes de subir campanha, olhamos o que já existe: áreas mais rentáveis do escritório, ticket por tipo de causa, concorrência na sua região e o que a verba anterior comprou. Saímos com um plano escrito.
Campanha separada por área, lista de negativas, criativos e rastreamento montados juntos — porque conversão mal configurada faz o algoritmo aprender errado desde o primeiro dia.
Termo de busca revisado, criativo que fatigou substituído e verba movida para a área que está fechando. Conta acompanhada, não deixada rodando.
Aumentar verba cedo demais é a forma mais comum de transformar resultado em prejuízo: o custo por contrato sobe e ninguém entende por quê. A gente escala testando o teto de cada campanha antes de empurrar mais.
Cada área de atuação recebe sua própria campanha, com verba e leitura de resultado separadas. Assim dá para saber qual causa vale a pena e qual está consumindo dinheiro à toa.
Pesquisa dos termos que o seu cliente realmente digita, e lista de negativas para cortar quem busca informação gratuita ou procura emprego.
Peças produzidas dentro do Código de Ética, testadas e renovadas para evitar fadiga do público.
Pixel, tags de conversão e integração com o CRM, para o número que aparece no relatório ser contrato, não clique.
Ajuste de verba, pausa do que não performa e teste de novas frentes. A conta é acompanhada, não deixada rodando.
Escritório sem ninguém disponível para responder o lead no mesmo dia. Anúncio gera oportunidade; se ela esfria na caixa de entrada, o investimento vira prejuízo — nesse caso a gente começa pelo treinamento comercial.
Depende da área e da região. Abaixo de um certo volume o algoritmo não consegue aprender e a verba se dispersa. Na consultoria a gente calcula o mínimo para o seu caso e fala com franqueza se ainda não é a hora.
Não. O Provimento 205/2021 permite publicidade da advocacia. O que ele veda é mercantilização, captação de causa e promessa de resultado — e é dentro dessas regras que todo o material é construído.
Os primeiros contatos costumam aparecer na primeira ou segunda semana com a campanha no ar. Contrato fechado depende do ciclo da área: consumidor e trabalhista fecham mais rápido, empresarial e tributário levam mais tempo.
Uma conversa de 30 minutos, sem custo e sem compromisso. A gente olha seus números e diz com franqueza se esse é o passo certo agora.